Mostrar mensagens com a etiqueta Pedro Simões Eira. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Pedro Simões Eira. Mostrar todas as mensagens
domingo, 27 de março de 2011
POEMA
Incrédulo do meu ser
como um nómada preso ao seu caminho
desloco-me em espiral
pelas farpas do tempo
“torrente repleta de vida”
de onde parto esquecido
e regresso desenganado e invisível…
…a porta da memória profunda
com a sua escadaria imponente,
parasitada por imagens gravadas na pedra gelada,
impedem-me de tocá-la…
e no vácuo formas geométricas aberrantes
observam-me sem pudor até as entranhas
tentando compreender
o sentido flagelado
do fogo que lá não arde.
Por Pedro Simões Eira
Etiquetas:
Pedro Simões Eira,
poesia portuguesa
domingo, 24 de janeiro de 2010
Hotel de veludo
não esperes por mim
as esporas de prata
estão perto do fim
e as botas furadas
trocadas por gim
maltratam a sede
de quem perde assim.
Por Pedro Simões Eira
não esperes por mim
as esporas de prata
estão perto do fim
e as botas furadas
trocadas por gim
maltratam a sede
de quem perde assim.
Por Pedro Simões Eira
Etiquetas:
Pedro Simões Eira,
poesia portuguesa
Subscrever:
Mensagens (Atom)